SILENCIOSAMENTE
Na quietude dos dias rotineiros ensinam.
Na calada da noite ensinam.
Nas tardes esquecidas ensinam.
Anonimamente ensinam.
Sem recompensa ensinam.
Dedicadamente ensinam.
São as nossas professorinhas que nos ensinam
silenciosamente.
(SP, 16/01/2015) Osvaldo Matsuda
Literatura
2º FLI – FESTIVAL LITERÁRIO DE
IGUAPE
Correalização:
Oficina Cultural Gerson de Abreu e Prefeitura de Iguape
15 a 17 de maio – quinta-feira a sábado
15 a 17 de maio – quinta-feira a sábado
O Festival
Literário de Iguape é um evento que celebra a literatura enquanto expressão artística,
fonte de saber e entretenimento, com ações de incentivo à leitura e à produção
textual por meio de oficinas, workshops, palestras, feira de livros e
apresentações cênicas e musicais.
Oficina Cultural Gerson de Abreu
Coordenador: Leila Horiguti
Rua XV de
Novembro, 522 - Centro - Cep: 11920-000 - Iguape/SP
Telefone: (13) 3841-4004 / 3841-1732 | gersondeabreu@oficinasculturais.org.br
Funcionamento: Terça a sexta-feira das 13h às 22h e sábados das 9h às 18h
Inscrições: Terça a sexta-feira das 13h às 22h
sábados das 9h às 18h
Telefone: (13) 3841-4004 / 3841-1732 | gersondeabreu@oficinasculturais.org.br
Funcionamento: Terça a sexta-feira das 13h às 22h e sábados das 9h às 18h
Inscrições: Terça a sexta-feira das 13h às 22h
sábados das 9h às 18h
Dia
17/05/2014, sábado
LANÇAMENTO DE LIVROS – AUTORES DA REGIÃO
15h – Het Caain - Osvaldo Matsuda
17 h – Areia e vidro e Criação reciclagem destruição clonagem virtual poema arte isopor capim parafinado – Nestor Rocha
Venda no site: http://www.clubedeautores.com.br/book/164296--HET_CAAIN#.U2kqzigj-a4
LANÇAMENTO DE LIVROS – AUTORES DA REGIÃO
15h – Het Caain - Osvaldo Matsuda
17 h – Areia e vidro e Criação reciclagem destruição clonagem virtual poema arte isopor capim parafinado – Nestor Rocha
Venda no site: http://www.clubedeautores.com.br/book/164296--HET_CAAIN#.U2kqzigj-a4
Het Caain, por Osvaldo Matsuda
Areia e Vidro – Nestor
Rocha
CRIAÇÃO RECICLAGEM DESTRUIÇÃO CLONAGEM VIRTUAL POEMA
ARTE ISOPOR CAPIM PARAFINADO – NESTOR ROCHA
SAUDADE INTEMPORAL
Miracatu
Prainha, assim eu vejo,
Pois,
ainda há saudade intemporal
Que
nunca passa, embora meu desejo
Quer
aplacar um pouco a natural
Emoção
diária que neste ensejo
Não
passa nunca. Ah, saudade tal
Que
uma aura me toca e eu revejo
Sua
face bela, pronta e matinal.
Face
tão bela sempre trancafiada
Nesta
memória minha destinada
Talvez,
ficar eterna em prontidão
E
aparecer assim tão de repente
Dar-me
saudade, dor intermitente,
Ó
musa minha, ó minha razão!
(Miracatu
Prainha, 08 de setembro de 2012)
Osvaldo
Matsuda
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